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domingo, 17 de fevereiro de 2013

Notícias até 17-02-2013 às 05:46:01

Sem Ronaldinho Gaúcho, Atlético-MG recebe o Araxá no Independência
Fonte: IG Esporte
Horário da matéria: 17/02/2013 às 05:15:12

Gazeta

O técnico Cuca, reconhecendo que o time alvinegro ficou desgastado no jogo contra o São Paulo, chegou a pensar em poupar alguns atletas, mas mudou de ideia

O foco do Atlético-MG neste primeiro semestre é a conquista da Libertadores, mas o clube não abriu mão do Campeonato Mineiro e vai lutar pelo bicampeonato. O Galo volta a campo neste domingo, às 16 horas (de Brasília), para enfrentar o Araxá, no Estádio Independência, buscando a segunda vitória no Estadual.

O técnico Cuca, reconhecendo que o time alvinegro ficou desgastado no jogo contra o São Paulo, chegou a pensar em poupar alguns atletas para duelar ante o rival, uma das equipes que subiu para a elite mineira na temporada passada. O treinador alvinegro, porém, mudou de ideia e vai escalar força máxima. A única ausência será Ronaldinho Gaúcho, que sente dores musculares.

"O jogador teve uma entrega muito grande no jogo contra o São Paulo, e não está 100%, como ninguém no elenco está. Pelo planejamento do início do ano decidimos que ele seria poupado em alguns jogos, e contra o Araxá isso vai acontecer. Estamos mantendo o mesmo time para pegar corpo e confiança para a sequência", declarou o treinador.

O avante Jô, que este ano tem concorrência no ataque do Atlético-MG, afirmou que não queria ser poupado e vai para o jogo. "Por mim, quero jogar todos os jogos possíveis. Jogador não é uma máquina. De repente, pode colocar jogadores mais descansados. Hoje o Atlético-MG tem um grupo que pode fazer isso. Quem vai decidir é o Cuca, mas quero jogar", avisou.No Araxá, a estreia com vitória em cima do América-MG ainda é muito comemorada, mas o Ganso já pensa no próximo desafio, que é o Galo. O técnico Ney da Matta aproveitou bem o recesso no Campeonato Mineiro, por causa do Carnaval e realizou alguns jogos amistosos.

No último jogo, a equipe empatou com o Uberaba por 1 a 1, mas no primeiro confronto contra o Zebu, o Araxá venceu por 3 a 0, conquistando o Torneio da Amizade. Ney da Matta se diz satisfeito com o trabalho e espera muitas dificuldades na partida contra o Atlético-MG, mas frisa que o Araxá tem condições de conquistar um bom resultado.

"O Araxá se preparou bem para enfrentar o Atlético-MG. Sabemos que será difícil jogar contra o Atlético-MG, dentro do Independência, mas podemos fazer um bom jogo e esse é o nosso pensamento. A estreia contra o América-MG foi positiva, os jogos contra o Uberaba também serviram de preparação e o time chega bem para jogar contra o Galo", declara.

FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO-MG X ARAXÁ

Local: Estádio Independência, em Belo Horizonte (MG)
Data: 17 de fevereiro de 2013 (domingo)
Horário: 16h (horário de Brasília)
Árbitro: Igor Junio Benevenuto (CBF/FMF)
Assistentes: Marconi Helbert Vieira (CBF/FMF) e Breno Rodrigues (CBF/FMF)

ATLÉTICO-MG: Victor; Marcos Rocha, Réver, Leonardo Silva e Júnior César; Pierre, Leandro Donizete, Luan e Bernard; Tardelli e Jô
Técnico: Cuca

ARAXÁ: Marcelo Cruz; Osvaldir, Bruno Matavelli, Amarildo e Fabiano; Bruno Moreno, Balduino, Evandro e Michel Cury; Breitner e Fabrício Carvalho
Técnico: Ney da Matta



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Time misto do Internacional tenta confirmar a liderança no Gauchão
Fonte: IG Esporte
Horário da matéria: 17/02/2013 às 05:10:12

Gazeta

Sensível ao apelo de alguns atletas, o técnico Dunga voltou atrás e desistiu da ideia de escalar uma equipe totalmente reserva

Com um time que mescla titulares e reservas, o Internacional terá um desafio neste domingo: o de confirmar a equipe na liderança do Grupo B da Taça Piratini, o primeiro turno do Campeonato Gaúcho. O Colorado garantirá o primeiro lugar da chave se obtiver uma vitória sobre o Cruzeiro-RS pela mesma diferença que o São Luiz, caso este vença o Passo Fundo, fora de casa. Em caso de empate, o Inter seca o São Luiz e o São José, que visitará o Caxias.

Depois de vencerem o Caxias por 2 a 0, os titulares colorados se puseram à disposição para o jogo deste fim de semana: "nós gostaríamos de sempre estar atuando, mas sabemos que existe um planejamento, e a decisão deve passar pela comissão técnica", reconheceu o lateral Gabriel.

Sensível ao apelo de alguns atletas, o técnico Dunga voltou atrás e desistiu da ideia de escalar uma equipe totalmente reserva. Nesta sexta, apenas os reservas treinaram com bola no CT do Parque Gigante, enquanto o elenco principal realizou corridas leves, mas no sábado uma equipe mista treinou visando ao jogo. Dos titulares que vêm atuando, serão poupados D'Alessandro, Forlán e Rodrigo Moledo, que serão substituídos por João Paulo, Gilberto e Juan. Kleber, Ygor, Willians, Índio e Dátolo, lesionados, também ficam de fora.

A partida não será nada fácil para o Colorado. O Cruzeiro-RS perdeu quinta-feira em casa para o Esportivo e ficou agora na obrigação de vencer a partida deste domingo para se classificar. A equipe da zona leste de Porto Alegre garante a vaga se derrotar o Inter por diferença maior que o Cerâmica em relação ao Juventude. O Cruzeiro-RS ocupa o 5º lugar no Grupo A, com 9 pontos.

Por conta de um acordo entre as direções dos dois clubes, o jogo será disputado no Complexo Esportivo da Ulbra, em Canoas. O pedido veio do Internacional, que não quer disputar partidas na grama sintética do Estádio Passo d?Areia, do São José, onde o Cruzeiro-RS tem mandado seus jogos enquanto sua nova arena, em Cachoeirinha, Região Metropolitana de Porto Alegre, não fica pronta.

No Grupo B, além do Internacional (14 pontos), o São Luiz (14) já está classificados. A disputa pelas outras duas vagas está entre São José (13), o invicto Juventude (11) e o Esportivo (10). Todos jogam fora de casa, e a tarefa do Ju é mais complicada: o time de Caxias do Sul vai a Gravataí enfrentar o Cerâmica, que briga por vaga no Grupo A, enquanto a equipe de Bento Gonçalves enfrenta o já eliminado Novo Hamburgo, no Estádio do Vale. O Zequinha, quase classificado, visita o Caxias, no Centenário.

Taça Piratini - 8ª rodada

Domingo, 16 horas (de Brasília)

Cruzeiro x Internacional
Grêmio x Veranópolis
Caxias x São José
Pelotas x Canoas
Novo Hamburgo x Esportivo
Cerâmica x Juventude
Lajeadense x Santa Cruz
Passo Fundo x São Luiz

FICHA TÉCNICA
CRUZEIRO-RS X INTERNACIONAL

Local: Complexo Esportivo da Ulbra, em Canoas (RS)
Data: 17 de fevereiro de 2013, domingo
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Anderson Daronco
Assistentes: Lúcio Beiersdorf Flor e Maurício Coelho Silva Penna

CRUZEIRO-RS: Fábio; Reinaldo, Claudinho, Léo e Alberto; Marcelo, Jô, Almir e Paulinho; Fábio Nunes e Hélton.
Técnico: Benhur Pereira

INTERNACIONAL: Muriel; Gabriel, Juan, Ronaldo Alves e Fabrício; Josimar, Elton, Fred e João Paulo; Gilberto e Leandro Damião.
Técnico: Dunga



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Campeão nordestino, Vitória tenta administrar vantagem contra Ceará
Fonte: IG Esporte
Horário da matéria: 17/02/2013 às 05:09:12

Gazeta

Após a vitória de 2 a 0, em pleno Presidente Vargas, o técnico Caio Júnior não deve fazer alterações na equipe baiana

O Barradão está pronto para ver o Vitória, atual campeão da Copa do Nordeste, avançar às semifinais da competição. Isto porque neste domingo, às 16 horas (de Brasília), o time recebe o Ceará, pelo jogo de volta, e pode até perder por um gol de diferença para conquistar a vaga na etapa seguinte.

Após a vitória de 2 a 0, em pleno Presidente Vargas, o técnico Caio Júnior não deve fazer alterações na equipe, que deve continuar com o esquema de três volantes: Rodrigo Mancha, Cáceres, Luís Alberto e Renato Cajá devem ser mantidos no meio-campo do Leão da Barra.

"Nós temos que estudar o adversário e eu achei que esta é a melhor formação, mesmo sem muitos treinamentos e com alguns jogadores estreando. Lá, demoramos a entrar no jogo, mas, depois, conseguimos. Jogamos bem definidos, com uma estratégia. O resultado foi muito bom", analisou o treinador.

Já do outro lado, o clima é de instabilidade, uma vez que os jogadores do Vovô deixaram o gramado do PV sob os gritos de "time sem vergonha", vindos de alguns torcedores presente. O goleiro Fernando Henrique criticou a postura e afirmou que a classificação no Nordestão ainda é possível.

"Acho que é muito cedo para a torcida nos chamar de ?sem vergonha?. Precisamos de calma e tranquilidade para continuarmos o nosso trabalho; E, assim como eles conseguiram fazer um bom resultado fora de casa, nós também podemos de reverter a vantagem", assegurou o arqueiro.

Clássico de gigantes adormecidos
Também às 16 horas, Santa Cruz e Fortaleza, dois times que estão na Série C do Campeonato Brasileiro, enfrentam-se no Arruda, no Recife. No PV, empate por 3 a 3, o que dá ligeira vantagem ao time pernambucano. Deste confronto, sai o adversário ou de Campinense ou de Sport.



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Na liderança de seus grupos, Flamengo e Botafogo duelam para garantir vaga
Fonte: IG Esporte
Horário da matéria: 17/02/2013 às 05:09:12

Gazeta

As duas equipes chegam para o clássico embaladas por bons resultados na rodada passada

Um choque de líderes. Assim pode ser considerado o clássico entre Flamengo e Botafogo, neste domingo, às 18h30(de Brasília), no Engenhão, no Rio de Janeiro, na principal atração da sétima rodada da Taça Guanabara, primeiro turno do Campeonato Carioca. As duas equipes estão invictas na competição. O Rubro-Negro lidera o Grupo B com 16 pontos, dois a mais que o Glorioso, que lidera o Grupo A. Quem vencer estará matematicamente nas semifinais.

As duas equipes estão embaladas por bons resultados na rodada passada. O Flamengo goleou o Friburguense por 4 a 0, enquanto que o Botafogo conseguiu grande virada diante do Resende: 4 a 2. Os números também são aliados dos protagonistas do clássico. Os flamenguistas foram os que mais venceram até aqui: cinco vezes. Já os botafoguenses possuem o ataque mais positivo, com 15 gols marcados, média 2,5 gols por jogo. Essa realidade faz os dois lados esperarem um confronto muito equilibrado.

"Eu sempre falo, futebol é dentro de campo. Alguns jogos atrás ninguém falava que o Flamengo era favorito e hoje somos líderes. Nós sempre soubemos do nosso potencial. As duas equipes têm as melhores campanhas do campeonato. Esperamos o estádio lotado e quem vai ganhar são as duas torcidas. Nós jogamos bem contra o Vasco e a gente espera jogar de igual para igual com o Botafogo. Temos atacantes velozes e habilidosos. Não há favorito, mas espero que o Flamengo saia vitorioso e possamos comemorar a classificação", afirmou o goleiro Felipe, titular do Flamengo.

Já Seedorf, apontado pelos jogadores do Flamengo como o principal destaque do adversário, prefere não individualizar o duelo e destaca a sensação vivida pelos atletas na véspera deste tipo de confronto. O holandês reconhece a importância deste clássico.

"É muito fácil se motivar com esses jogos. Quando tem esses jogos importantes, é preciso manter equilíbrio, ficar mais leve para a tensão não sobrecarregar. Quando se é criança, todo mundo sonha em jogar esses clássicos. Vou viver com as mesmas emoções que precisa esse tipo de jogo. Precisamos ter perfomance muito boa como time para vencer o Flamengo. É ter atenção e mostrar preocupação de fazer o nosso jogo", analisou.

Em termos de escalação o Flamengo não deverá apresentar surpresas. O zagueiro chileno Marcos González e o volante paraguaio Víctor Cáceres, que não participaram da goleada sobre o Friburguense por estarem servindo as suas respectivas seleções em amistosos internacionais, reaparecem. O primeiro entrará no posto de Renato Santos, enquanto que o segundo barra Amaral. Porém a principal atração flamenguista será a estreia do meia Carlos Eduardo, grande contratação para a temporada e que jogará no posto de Nixon.

Pelo lado do Botafogo, o volante Marcelo Mattos, com uma lesão no tornozelo direito, foi vetado e dá seu lugar ao lateral esquerdo Julio Cesar, que vai atuar de maneira improvisada no setor, como fez em parte do confronto diante do Resende. O meia uruguaio Lodeiro, que estava servindo à seleção uruguaia em amistoso internacional, volta. Ele vai compor o quinteto de meio-de-campo com Julio Cesar, Seedorf, Fellype Gabriel e Vitinho. Pior para Cidinho, que fica como opção no banco de reservas. Andrezinho, com dores na coxa, é dúvida.

FICHA TÉCNICA
FLAMENGO X BOTAFOGO

Local: Estádio Olímpico João Havelange, o Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 17 de fevereiro de 2013 (Domingo)
Horário: 18h30(de Brasília)
Árbitro: Rodrigo Nunes de Sá (RJ)
Assistentes: Rodrigo Joia (RJ) e Rodrigo Corrêa (RJ)

FLAMENGO: Felipe; Leonardo Moura, Wallace, Marcos González e João Paulo; Víctor Cáceres, Ibson e Elias; Carlos Eduardo, Hernane e Rafinha.
Técnico:Dorival Júnior

BOTAFOGO: Jéfferson; Lucas, Antônio Carlos, Bolívar e Márcio Azevedo; Julio Cesar, Fellype Gabriel, Lodeiro, Seedorf e Vitinho; Bruno Mendes.
Técnico: Oswaldo de Oliveira



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Com Walter à disposição, líder Goiás visita o 2° colocado Goianésia
Fonte: IG Esporte
Horário da matéria: 17/02/2013 às 05:09:12

Gazeta

Com 16 pontos, três a mais do que o adversário deste domingo, o Esmeraldino pode ter pela primeira vez no ano o atacante à disposição

Líder e vice-líder do Campeonato Goiano, respectivamente, Goiás e Goianésia se enfrentam às 16 horas (de Brasília) deste domingo no Valdeir de Oliveira, na própria cidade de Goianésia. A partida será válida pela sétima rodada do Estadual.

Com 16 pontos, três a mais do que o adversário deste domingo, o Esmeraldino pode ter pela primeira vez no ano o atacante Walter à disposição. Artilheiro do Goiás na Série B da temporada passada, com 16 gols, o jogador ainda não havia atuado em 2013 por conta de pendências burocráticas relativas à renovação de seu contrato. Ainda assim, sem ritmo de jogo, Walter deve ser opção para o segundo tempo, com Júnior Viçosa,um dos artilheiros do Estadual, com cinco gols, começando como titular.

"Nossa equipe tem que buscar um bom resultado para continuar na liderança. Também tem essa questão da artilharia, mas isso é o de menos. O importante é sair com a vitória. Estou tranquilo, venho trabalhando. Espero continuar fazendo gols, mas a vitória do Goiás é o mais importante", disse Viçosa.

Se Walter ainda deve começar no banco, o lateral direito Vítor, o zagueiro Valmir Lucas e o meia Renan Oliveira, todos recuperados de lesão, devem ser titulares, por conta das poucas opções que o técnico Enderson Moreira tem para montar a equipe. O lateral esquerdo Eron, ainda sem condições burocráticas de jogo, é a única dúvida.

Do lado dos anfitriões, as apostas para conquistar a vitória são  o experiente meia Romerito e o atacante Nonato, que divide a artilharia do torneio com o próprio Junior Viçosa. Nas últimas três partidas, o Goianésia vem de duas vitórias, embora tenha empatado no último jogo.

Confira abaixo os outros jogos do Goiano deste domingo, todos às 16 horas (de Brasília):

Aparecidense x Grêmio-GO
Itumbiara x Anápolis
Rio Verde x CRAC-GO



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Cruzeiro encara Guarani com novidades e buscando a terceira vitória no Mineiro
Fonte: IG Esporte
Horário da matéria: 17/02/2013 às 05:08:12

Gazeta

O armador Diego Souza, que foi liberado pela Fifa para ser regularizado pelo Cruzeiro, é um dos nomes que pode aparecer no jogo deste domingo

Líder do Campeonato Mineiro com duas vitórias em dois jogos, o Cruzeiro terá o primeiro compromisso longe da torcida na competição estadual. A Raposa visita neste domingo, às 18h30, o Guarani, que este ano manda os jogos na cidade de Nova Serrana, no estádio Arena do Calçado.

Para essa partida, o técnico Marcelo Oliveira terá algumas novidades na equipe celeste. O volante Leandro Guerreiro, expulso na estreia do Mineiro contra o Atlético-MG retorna ao time celeste. O atacante Dagoberto, que vinha aprimorando a forma física e entrando apenas no segundo tempos dos jogos, assume a condição de titular.

O armador Diego Souza, que foi liberado pela Fifa para ser regularizado pelo Cruzeiro, é outro jogador que aparece como novidade no time cruzeirense. Com as mudanças, quem perde o lugar na equipe é o lateral-esquerdo Egídio, que vai para o banco de reservas, com Everton sendo deslocado para a função, abrindo uma vaga no meio-campo.

Na lateral direita não existe disputa por posições, Ceará tem lugar garantindo e espera que o Cruzeiro possa repetir contra o Guarani, o mesmo futebol que apresentou nas duas primeiras rodadas e conquista mais um resultado positivo. Para sair de Nova Serrana com os três pontos, Ceará prega cautela para explorar bem as jogadas de contra-ataque.

"A expectativa é sempre a melhor possível, com relação ao futebol que a gente tem apresentado, um futebol bem compacto, a nível de marcação, e até mesmo a desenvoltura técnica do meio para frente. A gente sabe que vai jogar fora de casa, nos domínios adversários, com um campo um pouco menor, uma equipe que será empurrada pela torcida local. Então, temos que ser cautelosos, compactos defensivamente e explorar os contra-ataques", disse.

No Guarani a expectativa é grande para receber o Cruzeiro, já que o time estreou bem no Campeonato Mineiro, com um empate contra a Caldense, em Poços de Caldas. A equipe do técnico Leston Júnior tem a preocupação inicial de se manter na elite mineira, mas o time pode surpreender e brigar ao menos para conquistar uma vaga na Série D do Brasileiro.

"O Campeonato mineiro devido a sua forma de disputa acaba fazendo com que o numero de pontos entre os semi finalistas e os clubes rebaixados seja muito próxima. Isso faz com que tenhamos uma atenção muito grande logo no inicio da competição para somarmos os pontos suficientes para não correr riscos e a partir dai, buscar pelo menos a vaga para a serie D do Brasileiro", declarou Leston Júnior.

Para enfrentar a Raposa, o Bugre terá o desfalque de um dos principais atletas do elenco, o atacante Jajá foi expulso no duelo contra a Caldense e virou uma dor de cabeça para Leston Júnior. O jogador entrou nos segundo tempo da partida em Poços de Caldas, e em pouco tempo em campo acabou recebendo dois cartões amarelos.

FICHA TÉCNICA
GUARANI X CRUZEIRO

Local: Estádio Arena do Calçado, em Nova Serrana (MG)
Data: 17 de fevereiro de 2013 (domingo)
Horário: 18h30 (horário de Brasília)
Árbitro: Emérson de Almeida Ferreira (CBF/FMF)
Assistentes: Celso Luiz da Silva (CBF/FMF) e Flamarion Sócrates da Silva (Especial FMF)

GUARANI: Leandro; Henrique, Adalberto, Asprilla e Rafael Estevam; André Silva, Rafael Pulga, Éder e Joubert; Carlos Júnior e Eric.
Técnico:Leston Júnior

CRUZEIRO: Fábio; Ceará, Bruno Rodrigo, Paulão e Everton; Nilton, Leandro Guerreiro, Everton Ribeiro e Diego Souza; Dagoberto e Anselmo Ramon.
Técnico: Marcelo Oliveira



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Coritiba encara o Rio Branco para disparar rumo ao título do 1º turno
Fonte: IG Esporte
Horário da matéria: 17/02/2013 às 05:08:12

Gazeta

O técnico Marquinhos Santos não conta com o atacante Deivid, expulso na vitória diante do Toledo

Faltando apenas três rodadas para o final do primeiro turno do Campeonato Paranaense 2013, o Coritiba tenta chegar à reta final na liderança isolada. Para isso depende apenas de uma vitória para cima do Rio Branco, neste domingo, às 16 horas (de Brasília), no Gigante do Itiberê, em Paranaguá.

O técnico Marquinhos Santos não conta com o atacante Deivid, expulso na vitória diante do Toledo. Arthur pode ganhar uma chance de iniciar jogando e disputa a vaga com Júlio César. Em compensação, o zagueiro Luccas Claro está de volta. Dessa forma, o esquema com dois zagueiros pode ser colocado novamente em prática, embora exista a chance de permanecer no 3-5-2. Com mais de um mês de trabalho, o comandante coxa-branca decretou o fim do período de testes e agora foca na evolução do time que, no momento, considera ideal.

"Chegou próximo do ideal, claro que ainda podemos evoluir muito, mas dentro das possibilidades conseguimos desenvolver um bom futebol. A partir de agora, poderemos desenvolver mais os conteúdos de trabalho técnico e tático em maior quantidade", disse o treinador, que espera entrar para a história do clube com o título. "O planejamento permanece. Tenho falado desde o primeiro jogo que nosso objetivo é alcançar o tetracampeonato, algo que ocorreu apenas uma vez em toda história do clube", finalizou.

Em queda na classificação e vindo de uma derrota para o Cianorte, que até então não havia vencido nenhuma partida no Estadual, o Leão da Estradinha já começa a se preocupar com a luta contra o rebaixamento no ano de seu centenário. O técnico Amauri Knevitz conta com o retorno do zagueiro Vinicius, que cumpriu suspensão pelo terceiro cartão amarelo.

Outras partidas
Mais três partidas fecham a nona rodada da Série Ouro. Lutando contra a parte de baixo da classificação, Toledo Colônia Work e Cianorte se enfrentam às 16 horas (de Brasília), no Estádio Municipal 14 de Dezembro. No mesmo horário, o Londrina precisa vencer o Paranavaí no Estádio do Café para seguir firme na luta pelo título do primeiro turno. Já o lanterna Nacional encara o Operário, no Estádio Erich Georg, em Rolândia.

FICHA TÉCNICA
RIO BRANCO X CORITIBA

Local: Estádio Fernando Chaburby Farah, em Paranaguá (PR)
Data: 17 de fevereiro de 2013, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Leonardo Sígari Zanon
Assistentes: Luiz Henrique de Souza Santos Renesto e Júlio César de Souza

RIO BRANCO: Felipe; Caimmy, Valdir, Vinicius e Fabio Alves; Duda, Rafael Muçamba, Renan Tavares e Diogo Fogliato; Marcelo Tamandaré e Wagner
Técnico: Amauri Knevitz

CORITIBA: Vanderlei; Leandro Almeida, Pereira (Luccas Claro) e Chico; Patric, Willian, Rafinha, Alex e Gil; Robinho e Arthur (Júlio César)
Técnico: Marquinhos Santos



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Após primeira derrota, Santos tenta reabilitação contra a Ponte Preta
Fonte: IG Esporte
Horário da matéria: 17/02/2013 às 05:08:12

Gazeta

Para esse compromisso, os santistas não poderão contar com o atacante Miralles

Após sofrer a sua primeira derrota no Campeonato Paulista, para o Paulista, no último domingo, no Pacaembu, o Santos volta a campo diante da Ponte Preta, neste domingo, a partir das 18h30 (horário de Brasília), no Estádio Moisés Lucarelli. O Peixe luta diretamente com a Macaca pela liderança do Paulistão e uma vitória deve devolver essa condição ao clube praiano.

Para esse compromisso, os santistas não poderão contar com o atacante Miralles. O argentino, que vinha atravessando boa fase entre os titulares do Alvinegro Praiano, teve uma lesão muscular contra o Galo do Japi. Com um edema na coxa esquerda, Miralles acabou sendo vetado pelo departamento médico do clube.

Com isso, o técnico Muricy Ramalho irá promover uma alteração no esquema tático da equipe. O Santos irá alinhar no 4-5-1, deixando de lado o 4-4-2 que vinha sendo utilizado, desde o início da temporada. Desta forma, Renê Júnior volta ao time no lugar de Miralles, reforçando a marcação no meio-campo. O volante Marcos Assunção, que estreou diante do Paulista, estará em campo.

Motivado, Assunção espera ajudar o Peixe a conquistar uma vitória em Campinas. "Time grande não pode sofrer duas derrotas seguidas. Se não, o ambiente fica ruim, afeta a confiança e começam a pairar algumas dúvidas. Vamos procurar trabalhar duro, pois sabemos que será um jogo muito difícil. Sabemos a força do oponente, mas vamos para ganhar, porque não podemos sofrer mais uma derrota. Queremos voltar à liderança da competição", afirmou.

O lateral esquerdo Léo, recuperado de uma artroscopia no joelho direito, realizada no fim do ano passado, é a principal novidade santista para o duelo com a Ponte. O veterano ala irá entrar na vaga do contestado Guilherme Santos, que vinha sendo alvo de críticas da torcida, por conta de suas recentes atuações.

No lado da Macaca, por sua vez, o respeito ao Santos é grande. Mesmo com os santistas tendo sido surpreendidos na última rodada, os ponte-pretanos sabem que o rival deste domingo é um forte candidato ao título estadual e, por conta disso, se prepararam intensamente para este confronto.

Tanto que o técnico Guto Ferreira deve reforçar a marcação no meio-campo. O treinador pode promover a entrada de Memo no lugar de Bruno Silva, que ao lado de Baraka, seria responsável por brecar o setor de criação do oponente. No entanto, a escalação de Bruno Silva não está descartada.

A atenção ao oponente não será redobrada apenas no meio-campo da Ponte Preta. Na defesa, o lateral-direito Artur sabe das dificuldades de marcar o atacante Neymar. "Não podemos vacilar. O Neymar é um jogador de qualidade, mas vamos dar o nosso melhor para tentar pontuar. Respeitamos o time deles, mas vale a liderança e precisamos da vitória. Vamos atrás do nosso objetivo, que é classificar entre os quatro", ponderou.

Vale destacar ainda que Cicinho e William voltam à equipe titular. Sendo assim, Wellington Bruno e Alemão ficam como opções no banco de reservas. Além disso, com Chiquinho vetado pelo departamento médico da Ponte Preta, Diego Rosa segue mantido no ataque da Macaca.FICHA TÉCNICA
PONTE PRETA X SANTOS

Local: Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas (SP)
Data: 17 de fevereiro de 2013 (domingo)
Horário: 18h30 (horário de Brasília)
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira
Assistentes: Danilo Ricardo Simon Manis e Maiza Teles Paiva

PONTE PRETA: Edson Bastos; Artur, Cleber, Ferron e Uendel; Baraka, Bruno Silva (Memo), Cicinho e Ramírez; Diego Rosa e William
Técnico: Guto Ferreira

SANTOS: Rafael; Bruno Peres, Edu Dracena, Durval e Léo; Renê Júnior, Arouca, Marcos Assunção, Cícero e Montillo; Neymar
Técnico: Muricy Ramalho



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Jogando em casa, Vasco tenta superar Audax para evitar crise
Fonte: IG Esporte
Horário da matéria: 17/02/2013 às 05:07:12

Gazeta

Após o empate por 1 a 1 com o Fluminense, no sábado de Carnaval, os vascaínos passaram a precisar desesperadamente de um bom resultado para evitar uma eliminação precoce

O Vasco recebe o Audax neste domingo, às 16 horas (de Brasília), em São Januário, no Rio de Janeiro (RJ), pela sétima rodada da Taça Guanabara, primeiro turno do Campeonato Carioca. O Cruz-maltino passa por um momento complicado, sem vencer há três jogos e na terceira colocação do Grupo A, com dez pontos, fora da zona de classificação para as semifinais.

Após o empate por 1 a 1 com o Fluminense, no sábado de Carnaval, os vascaínos passaram a precisar desesperadamente de um bom resultado para evitar uma eliminação precoce, que poderia transformar o clube em um caldeirão. Já os visitantes, que empataram sem gols com o Volta Redonda na semana passada, somam 11 pontos no Grupo B e, com campanha surpreendente, sonham com a classificação.

Gaúcho, técnico do Vasco, tenta passar tranquilidade para os jogadores. Apesar de os maus resultados persistirem como uma realidade no clube, o treinador está confiante por conta do desempenho da equipe. Diante do Fluminense, por exemplo, o cruzmaltino teve mais volume de jogo, mas acabou sofrendo o gol de empate nos minutos finais.

"Nós conseguimos fazer um bom jogo contra o Fluminense, mas infelizmente o resultado não aconteceu e ficamos de fora da zona de classificação. Mas tenho convicção de que vamos conseguir inverter esse quadro, e a primeira coisa para isso é mantermos nosso bom jogo. Atuaremos dentro de casa e tenho certeza de que as coisas começarão a mudar", disse Gaúcho.Tranquilidade, por sinal, é a palavra de ordem na Colina.

"Realmente precisamos de tranquilidade, e isso não dá para negar. Acredito que vamos conseguir nos classificar em caso de duas vitórias, e temos condições de consegui-las, mas para isso precisamos acreditar em nosso potencial", disse o lateral direito Nei.

Na visão do goleiro Alessandro, o Vasco não pode em hipótese alguma se desesperar.

"Nós temos que pensar em fazer a nossa parte nesses dois jogos que faltam no Campeonato Carioca, pois, se ganharmos, as nossas chances de chegar às semifinais são grandes. Temos que focar apenas no compromisso diante do Audax, que vai ser complicado, pois o time deles também pensa em classificação na outra chave. Não podemos nos desesperar e temos que buscar as vitórias", disse Alessandro.

Mostrando que realmente confia no potencial de sua equipe e de que gostou do desempenho diante do Fluminense, Gaúcho optou por repetir a formação do clássico neste duelo contra o Audax. O principal desfalque fica por conta do atacante Carlos Tenorio, que sentiu dores na panturrilha esquerda e foi vetado. O substituto deve ser Leonardo.

AUDAX BUSCARÁ A VITÓRIA EM SÃO JANUÁRIO

Pelo lado do Audax, o técnico Maurício Barbieri pediu aos seus jogadores que tenham muita personalidade diante do Vasco para conseguirem um bom resultado.

"O Vasco tem um time muito forte, com jogadores com capacidade para desequilibrar a partida, mas nós também temos as nossas virtudes e condições de realizarmos um bom jogo. Com obediência tática e muito empenho, ocupando os espaços e agindo com equilíbrio, tenho convicção de que podemos somar os três pontos", afirmou o treinador do Audax, que vai repetir a formação do duelo contra o Volta Redonda.

Personalidade realmente é algo de que o Audax vai precisar. Na única vez em que enfrentou um dos quatro grandes clubes do estado nesta Taça Guanabara, o time sofreu uma goleada, diante do Botafogo: 4 a 0.

FICHA TÉCNICA
VASCO X AUDAX

Local: São Januário, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 17 de fevereiro de 2013 (Domingo)
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Daniel de Sousa Macêdo (RJ)
Assistentes: Luiz Muniz de Oliveira (RJ) e Michael Correia (RJ)

VASCO: Alessandro, Nei, Dedé, Renato Silva e Dieyson; Abuda, Wendel, Pedro Ken e Carlos Alberto; Eder Luis e Leonardo
Técnico: Gaúcho

AUDAX: Rafael, Adriano, Anderson Luis, Fabiano Eller e Romário; Andrade, Leandro Bonfim e Nélio; Ivan Júnior, Wellington e Denilson
Técnico: Maurício Barbieri



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Criciúma faz clássico contra Joinville, e Chapecoense defende a liderança
Fonte: IG Esporte
Horário da matéria: 17/02/2013 às 05:06:12

Gazeta

Destaque do Joinville, o atacante Lima ainda não está confirmado para a partida, já que se recupera de lesão e deve ser substituído por Ronaldo

Criciúma e Joinville estão em situação parecidas no Campeonato Catarinense. As duas equipes somam oito pontos, apesar de que o Tigre tem um jogo a menos, e precisam tirar sete pontos em relação a líder Chapecoense. Neste domingo, as duas equipes fazem o clássico, às 16 horas (de Brasília), na Arena Joinville.

Pelo lado do Criciúma, o treinador Paulo Comelli já definiu a equipe titular para o duelo. O Tigre vai a campo com uma novidade: o atacante Lins. O lateral-esquerdo Marlon segue de fora da equipe. Desta forma, o Criciúma deve entrar em campo com Bruno, Diego Renan, Matheus, Fábio Ferreira e Gilson; João Vitor, Everton Luiz, Elson e André Gava; Lins e Giancarlo.

O meia Élson, que já disputou outros clássicos estaduais pelo Brasil, sabe da importância de uma vitória do Criciúma. "Nós que estamos chegando, ouvimos dos jogadores, ouvimos da comissão que é um jogo diferente. É um clássico e quando se trata de um clássico tem muitos aspectos. O positivo é a vitória do Criciúma, que creio que faz muito tempo que não ganha do Joinville, e tudo isso faz com que nós, jogadores novos, se motivem e façam o melhor e que possamos para quebrar esse tabu".

Destaque do Joinville, o atacante Lima ainda não está confirmado para a partida, já que se recupera de lesão e deve ser substituído por Ronaldo. O jogador, no entanto, quer contribuir para um bom resultado. "Estou bem fisicamente. Trabalhei, me condicionei e acho que estou bem. Mas o Ronaldo também está bem. Se continuar assim, ele vai jogar. E espero que ele continue assim, faz bem para todos e para o Joinville. Pelos dois jogos que ele fez, pelo trabalho, vai continuar sendo. Se for para começar no banco, não tem problema".

Chapecoense defende liderança contra Camboríú

Após um bom início de Estadual, a Chapecoense busca manter o bom desempenho e continuar na liderança da competição. A equipe enfrenta o Camboriú, fora de casa, às 16 horas (de Brasília). Além do melhor ataque, com 12 gols marcados em seis partidas, o time de Chapecó tem o artilheiro da competição: Rodrigo Gral, com cinco gols marcados.

Confira os jogos deste domingo no Catarinense:

16 horas - Camboriú x Chapecoense
16 horas - Metropolitano-SC x Hermann Aichinger
16 horas - Joinville x Criciúma
16 horas - Guarani-SC x Juventus-SC



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Rivais brasileiros destacam liderança e versatilidade de Michael Jordan
Fonte: IG Esporte
Horário da matéria: 17/02/2013 às 05:04:12

Luís Araújo

Ao iG, Marcel, Rolando e Guerrinha relembram das oportunidades que tiveram o craque como adversário e acreditam que ele, aos 50 anos, ainda conseguiria jogar na NBA

Há exatos 50 anos, nascia aquele que é considerado o principal jogador da história do basquete. Durante a carreira, Michael Jordan quebrou recordes, conquistou títulos em todas as competições que disputou e dominou todos os rivais que cruzaram seu caminho. Mas o que exatamente fez dele o maior de todos os tempos? O iG conversou com três brasileiros que tiveram a oportunidade de enfrentá-lo para relembrar esses confrontos e tentar descobrir a resposta.

Por que Michael Jordan foi o maior de todos os tempos? Deixe seu comentário 

Ex-ala da seleção brasileira, Marcel jogou contra Jordan em três oportunidades. Duas foram pelo Pan-Americano de 1983, quando o craque norte-americano ainda estava no basquete universitário. O outro encontro ocorreu nas Olimpíadas de 1992, época em que Jordan já era uma estrela consagrada da NBA.

Michael Jordan registrou média de 30,1 pontos  por jogo na carreira

Michael Jordan registrou média de 30,1 pontos por jogo na carreira

Foto: Getty Images

Antes de entrar na NBA, Jordan conduziu a  Universidade de North Carolina ao título da NCAA  em 1982

Antes de entrar na NBA, Jordan conduziu a Universidade de North Carolina ao título da NCAA em 1982

Foto: Getty Images

No time de North Carolina, Jordan foi  treinado por Dean Smith, um dos técnicos mais bem  sucedidos no basquete universitário

No time de North Carolina, Jordan foi treinado por Dean Smith, um dos técnicos mais bem sucedidos no basquete universitário

Foto: Getty Images

A carreira na NBA começou em 1984. Jordan foi  escolhido pelo Chicago Bulls na terceira posição  do Draft daquele ano

A carreira na NBA começou em 1984. Jordan foi escolhido pelo Chicago Bulls na terceira posição do Draft daquele ano

Foto: Getty Images

No Bulls, formou com Scottie Pippen uma das  duplas mais vitoriosas da NBA em todos os tempos

No Bulls, formou com Scottie Pippen uma das duplas mais vitoriosas da NBA em todos os tempos

Foto: Getty Images

Durante a maior parte da carreira, Jordan foi  comandado por Phil Jackson, treinador 11 vezes  campeão da NBA

Durante a maior parte da carreira, Jordan foi comandado por Phil Jackson, treinador 11 vezes campeão da NBA

Foto: Getty Images

Jordan foi eleito o MVP (melhor jogador) da  NBA cinco vezes: 1988, 1991, 1992, 1996 e 1998

Jordan foi eleito o MVP (melhor jogador) da NBA cinco vezes: 1988, 1991, 1992, 1996 e 1998

Foto: Getty Images

Jordan foi escolhido 14 vezes para o All-Star  Game e foi o cestinha da NBA em dez temporadas

Jordan foi escolhido 14 vezes para o All-Star Game e foi o cestinha da NBA em dez temporadas

Foto: Getty Images

'Jordan Rules': esse era o método adotado  pelo Detroit Pistons quando enfrentava o astro do  Bulls, colocando até três jogadores na marcação

'Jordan Rules': esse era o método adotado pelo Detroit Pistons quando enfrentava o astro do Bulls, colocando até três jogadores na marcação

Foto: Reprodução

O New York Knicks era freguês de Jordan. Com  ele em quadra, o Bulls nunca perdeu uma série de  playoff para o time nova-iorquino

O New York Knicks era freguês de Jordan. Com ele em quadra, o Bulls nunca perdeu uma série de playoff para o time nova-iorquino

Foto: Getty Images

Em 1991, Jordan superou Magic Johnson na  final contra o Los Angeles Lakers e conduziu o  Bulls ao primeiro título

Em 1991, Jordan superou Magic Johnson na final contra o Los Angeles Lakers e conduziu o Bulls ao primeiro título

Foto: Getty Images

Após o primeiro título, Jordan abraçou o  troféu de campeão e não segurou as lágrimas

Após o primeiro título, Jordan abraçou o troféu de campeão e não segurou as lágrimas

Foto: Getty Images

No ano seguinte, Jordan levou o Bulls ao  segundo título seguido, conquistado sobre o  Portland Trail Blazers

No ano seguinte, Jordan levou o Bulls ao segundo título seguido, conquistado sobre o Portland Trail Blazers

Foto: Getty Images

Em 1992, fez parte do Dream Team, seleção dos  EUA que conquistou o ouro nas Olimpíadas de  Barcelona e encantou o mundo

Em 1992, fez parte do Dream Team, seleção dos EUA que conquistou o ouro nas Olimpíadas de Barcelona e encantou o mundo

Foto: Getty Images

Terceiro título do Bulls foi conquistado em  1993, sobre o Phoenix Suns de Charles Barkley

Terceiro título do Bulls foi conquistado em 1993, sobre o Phoenix Suns de Charles Barkley

Foto: Getty Images

No dia 6 de outubro de 1993, Jordan anunciou  a aposentadoria dizendo ter 'perdido o desejo de  jogar basquete'

No dia 6 de outubro de 1993, Jordan anunciou a aposentadoria dizendo ter 'perdido o desejo de jogar basquete'

Foto: Getty Images

Após deixar o basquete, tentou a sorte no  beisebol

Após deixar o basquete, tentou a sorte no beisebol

Foto: Getty Images

A experiência no beisebol foi um fiasco. Em  março de 1995, ele anunciou seu retorno ao Bulls

A experiência no beisebol foi um fiasco. Em março de 1995, ele anunciou seu retorno ao Bulls

Foto: Getty Images

Ao voltar ao basquete, Jordan passou a  utilizar a camisa 45, mesmo número que usava no  beisebol

Ao voltar ao basquete, Jordan passou a utilizar a camisa 45, mesmo número que usava no beisebol

Foto: Getty Images

Não demorou muito, porém, para ele voltar a  utilizar o número 23

Não demorou muito, porém, para ele voltar a utilizar o número 23

Foto: Getty Images

Na temporada em que Jordan voltou, o Bulls  foi eliminado pelo Orlando Magic nos playoffs. Mas  o time retomou o caminho dos títulos nos anos  seguintes

Na temporada em que Jordan voltou, o Bulls foi eliminado pelo Orlando Magic nos playoffs. Mas o time retomou o caminho dos títulos nos anos seguintes

Foto: Getty Images

Rival de Jordan nos tempos em que atuava no  Detroit Pistons, Dennis Rodman se juntou ao Bulls  para a temporada 1995/96

Rival de Jordan nos tempos em que atuava no Detroit Pistons, Dennis Rodman se juntou ao Bulls para a temporada 1995/96

Foto: Getty Images

Com 72 vitórias e apenas dez derrotas na  temporada 1995/96, o Bulls registrou a melhor  campanha da história da NBA

Com 72 vitórias e apenas dez derrotas na temporada 1995/96, o Bulls registrou a melhor campanha da história da NBA

Foto: Getty Images

O bom desempenho foi coroado com o título  sobre o Seattle Supersonics, o quarto de Jordan e  do Bulls

O bom desempenho foi coroado com o título sobre o Seattle Supersonics, o quarto de Jordan e do Bulls

Foto: Getty Images

Em 1996, Jordan estrelou o filme Space Jam,  ao lado dos personagens do Looney Tunes

Em 1996, Jordan estrelou o filme Space Jam, ao lado dos personagens do Looney Tunes

Foto: Getty Images

'Flu Game': mesmo com febre, Jordan entrou em  quadra no quinto jogo da final de 1997. Teve 38  pontos, sete rebotes e cinco assistências

'Flu Game': mesmo com febre, Jordan entrou em quadra no quinto jogo da final de 1997. Teve 38 pontos, sete rebotes e cinco assistências

Foto: Getty Images

Ao vencer a final contra o Utah Jazz em 1997,  Jordan e o Bulls faturaram o quinto título em sete  anos

Ao vencer a final contra o Utah Jazz em 1997, Jordan e o Bulls faturaram o quinto título em sete anos

Foto: Getty Images

Jordan encara Kobe Bryant no All-Star Game de  1998. Astro do Bulls foi o MVP do evento pela  terceira vez

Jordan encara Kobe Bryant no All-Star Game de 1998. Astro do Bulls foi o MVP do evento pela terceira vez

Foto: Getty Images

Na final de 1998, o adversário foi mais uma  vez o Utah Jazz

Na final de 1998, o adversário foi mais uma vez o Utah Jazz

Foto: Getty Images

Arremesso certeiro nos segundos finais do  jogo 6 da decisão de 1998 deu ao Bulls o sexto  título. Foi a última cesta de Jordan pelo time de  Chicago

Arremesso certeiro nos segundos finais do jogo 6 da decisão de 1998 deu ao Bulls o sexto título. Foi a última cesta de Jordan pelo time de Chicago

Foto: Reprodução

No dia 13 de janeiro de 1999, após o sexto  título do Bulls, Jordan anunciou aposentadoria  pela segunda vez

No dia 13 de janeiro de 1999, após o sexto título do Bulls, Jordan anunciou aposentadoria pela segunda vez

Foto: Getty Images

O segundo retorno de aposentadoria de Jordan  aconteceu em 2001, quando se juntou ao Washington  Wizards. Jogou dois anos antes de parar de vez

O segundo retorno de aposentadoria de Jordan aconteceu em 2001, quando se juntou ao Washington Wizards. Jogou dois anos antes de parar de vez

Foto: Getty Images

Pelo Wizards, Jordan acabou enfrentando o  Chicago Bulls

Pelo Wizards, Jordan acabou enfrentando o Chicago Bulls

Foto: Getty Images

No reencontro, a torcida demonstrou o mesmo  carinho pelo ídolo dos anos anteriores

No reencontro, a torcida demonstrou o mesmo carinho pelo ídolo dos anos anteriores

Foto: Getty Images

O jogo do Wizards contra o Philadelphia 76ers  no dia 16 de abril de 2003 foi o último da  carreira de Jordan

O jogo do Wizards contra o Philadelphia 76ers no dia 16 de abril de 2003 foi o último da carreira de Jordan

Foto: Getty Images

Último ponto da carreira foi marcado em um  lance livre. Após o acerto, Jordan saiu de quadra  aplaudido por torcida, companheiros e adversários

Último ponto da carreira foi marcado em um lance livre. Após o acerto, Jordan saiu de quadra aplaudido por torcida, companheiros e adversários

Foto: Getty Images

Michael Jordan e Kobe Bryant frente a frente  no

Michael Jordan e Kobe Bryant frente a frente no "All-Star Game" de 2003

Foto: Getty Images

Em 2009, foi indicado ao Hall da Fama do  basquete e se emocionou na cerimônia

Em 2009, foi indicado ao Hall da Fama do basquete e se emocionou na cerimônia

Foto: Getty Images

Jordan encontrou Michael Phelps durante  evento em 2012, após nadador quebrar recorde de  medalhas olímpicas em Londres

Jordan encontrou Michael Phelps durante evento em 2012, após nadador quebrar recorde de medalhas olímpicas em Londres

Foto: AP

Estátua de Michael Jordan na entrada do  United Center, ginásio do Chicago Bulls

Estátua de Michael Jordan na entrada do United Center, ginásio do Chicago Bulls

Foto: Reprodução

?Achei chato pra caramba jogar contra ele?, afirmou Marcel. ?Ele saiu de quadra vitorioso todas as vezes. Na última, então, não deu nem graça. É um cara que sempre fez o que quis em quadra, que ninguém nunca conseguiu marcar. Um saco de se jogar contra. Não teve outro igual a ele?, completou.

Outro brasileiro que teve a oportunidade de encarar os dois momentos distintos da carreira de Jordan é o ex-armador Guerrinha, mais um nome em comum entre os convocados da seleção do Pan de 1983 e das Olimpíadas de 1992. ?Nesse primeiro duelo, ele não era o grande destaque dos EUA. Tinha outros caras naquela equipe, como o Patrick Ewing, que chamavam mais a atenção. Nós jogamos naquele dia e não fazíamos ideia de que ele iria se tornar o jogador que acabou virando?, lembrou o atual técnico do Bauru.

Quem também se surpreendeu com a evolução de Jordan durante a carreira foi Rolando. O ex-pivô disputou as Olimpíadas de 1992, mas esteve perto do maior jogador da história do basquete em 1989, quando defendeu o Portland Trail Blazers na NBA.

?Ninguém esperava que ele seria tão grande assim?, disse Rolando, lembrando-se do fato de que Jordan foi apenas a terceira escolha do Draft de 1984, ano em que ingressou na NBA. ?Ele tinha muito potencial, mas surpreendeu ao ter virado isso tudo o que virou?, concluiu.

E por que Michael Jordan se transformou no maior de todos? Para Rolando, a resposta desta pergunta passa pela capacidade de liderança. ?O grande jogador tem que ser um líder, e ele era. Era o primeiro a chegar nos treinos e o último a ir embora. Na hora que precisava decidir, ele pegava a bola porque sabia que era ele quem deveria resolver a situação. Alguns caras se escondem, vão para o outro lado da quadra e, se receberem a bola, tentam passar de volta. O Jordan, não. Ele assumiu a responsabilidade. Era esse era o grande diferencial dele?, declarou.

Já Guerrinha destaca a capacidade que Jordan tinha de executar de maneira bem feita todos os fundamentos do jogo. ?Ele mesmo dizia que não era quem melhor arremessava e que não era quem mais defendia, mas que sabia fazer tudo da forma correta?, ponderou. O ex-armador ainda lembrou do último lance do craque pelo Chicago Bulls, na final de 1998, para ilustrar seu pensamento. ?Ele roubou a bola na defesa, partiu para o ataque, converteu o arremesso e roubou a vitória no jogo que deu o título ao Bulls. Por isso que, na minha opinião, ele é como o Pelé. Jamais vai existir outro igual?, opinou.

Aos 50 anos, Jordan ainda conseguiria jogar na NBA?
Em dois momentos ao longo da carreira, Jordan largou a aposentadoria para voltar ao basquete. E se o maior de todos, agora com 50 anos de idade, resolvesse fazer isso pela terceira vez? Marcel até acredita que ele poderia se encaixar em algum time da NBA, mas duvida que o retorno aconteceria. ?Um cara que sempre dominou o jogo não ia querer entrar apenas para participar. Todo mundo ia querer tirar uma casquinha dele ?, projetou.

Rolando ressalta que Jordan sofreria para se adaptar à exigência física da NBA da atualidade, mas que poderia se virar em uma posição diferente: ?Ele poderia atuar como um armador que organiza o jogo, que lidera o time em quadra e arremessa umas bolas que aparecem ali de vez em quando.?

Apesar de também acreditar que Jordan conseguiria atuar na NBA nos dias de hoje, Guerrinha admite preferir que isso não aconteça. ?Se ele se condicionasse fisicamente, daria para jogar e chamar mais a atenção do que muitos caras que estão aí no auge. Mas acho que ele não deveria fazer isso. Seria melhor manter a imagem que ele deixou na cabeça de todo mundo?, declarou.



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Kobe Bryant busca recorde no 'All-Star Game' para salvar a temporada
Fonte: IG Esporte
Horário da matéria: 17/02/2013 às 04:15:12

Luís Araújo

Em meio à decepcionante campanha do Los Angeles Lakers, ala-armador pode se tornar o jogador com o maior número de troféus de MVP do evento

Campeão com o Miami Heat, LeBron James chegou perto da perfeição no que diz respeito a prêmios na última temporada. Foi eleito o MVP (melhor jogador) do campeonato e das finais, mas não do ?All-Star Game?. Esse troféu ficou nas mãos de Kevin Durant, do Oklahoma City Thunder, que tem como motivação neste domingo, a partir das 22h (de Brasília), repetir o feito do ano anterior. Há, no entanto, um outro jogador com motivos para ignorar o clima festivo em Houston e mostrar no evento a mesma competitividade das partidas oficiais. Trata-se de Kobe Bryant, do Los Angeles Lakers.

Quem será eleito o MVP do "All-Star Game" de 2013? Deixe seu palpite

Veja quais jogadores participam do evento neste ano:

Conferência Oeste (titular): Chris Paul:  armador do Los Angeles Clippers

Conferência Oeste (titular): Chris Paul: armador do Los Angeles Clippers

Foto: Getty Images

Conferência Oeste (titular): Kobe Bryant,  ala-armador do Los Angeles Lakers

Conferência Oeste (titular): Kobe Bryant, ala-armador do Los Angeles Lakers

Foto: Reuters

Conferência Oeste (titular): Kevin Durant,  ala do Oklahoma City Thunder

Conferência Oeste (titular): Kevin Durant, ala do Oklahoma City Thunder

Foto: Getty Images

Conferência Oeste (titular): Blake Griffin,  ala-pivô do Los Angeles Clippers

Conferência Oeste (titular): Blake Griffin, ala-pivô do Los Angeles Clippers

Foto: Getty Images

Conferência Oeste (titular): Dwight Howard,  pivô do Los Angeles Lakers

Conferência Oeste (titular): Dwight Howard, pivô do Los Angeles Lakers

Foto: Getty Images

Conferência Oeste (reserva): Russell  Westbrook, armador do Oklahoma City Thunder

Conferência Oeste (reserva): Russell Westbrook, armador do Oklahoma City Thunder

Foto: Reuters

Conferência Oeste (reserva): Tony Parker,  armador do San Antonio Spurs

Conferência Oeste (reserva): Tony Parker, armador do San Antonio Spurs

Foto: Getty Images

Conferência Oeste (reserva): James Harden,  ala-armador do Houston Rockets

Conferência Oeste (reserva): James Harden, ala-armador do Houston Rockets

Foto: Getty Images

Conferência Oeste (reserva): LaMarcus  Aldridge, ala-pivô do Portland Trail Blazers

Conferência Oeste (reserva): LaMarcus Aldridge, ala-pivô do Portland Trail Blazers

Foto: Getty Images

Conferência Oeste (reserva): Zach Randolph,  ala-pivô do Memphis Grizzlies

Conferência Oeste (reserva): Zach Randolph, ala-pivô do Memphis Grizzlies

Foto: Getty Images

Conferência Oeste (reserva): David Lee,  ala-pivô do Golden State Warriors

Conferência Oeste (reserva): David Lee, ala-pivô do Golden State Warriors

Foto: Getty Images

Conferência Oeste (reserva): Tim Duncan,  ala-pivô do San Antonio Spurs

Conferência Oeste (reserva): Tim Duncan, ala-pivô do San Antonio Spurs

Foto: AP

Conferência Leste (titular): Rajon Rondo,  armador do Boston Celtics. Lesionado, não vai  poder disputar o jogo

Conferência Leste (titular): Rajon Rondo, armador do Boston Celtics. Lesionado, não vai poder disputar o jogo

Foto: Getty Images

Conferência Leste (titular): Dwyane Wade,  ala-armador do Miami Heat

Conferência Leste (titular): Dwyane Wade, ala-armador do Miami Heat

Foto: Getty Images

Conferência Leste (titular): LeBron James,  ala do Miami Heat

Conferência Leste (titular): LeBron James, ala do Miami Heat

Foto: Getty Images

Conferência Leste (titular): Carmelo Anthony,  ala do New York Knicks

Conferência Leste (titular): Carmelo Anthony, ala do New York Knicks

Foto: Getty Images

Conferência Leste (titular): Kevin Garnett,  ala-pivô do Boston Celtics

Conferência Leste (titular): Kevin Garnett, ala-pivô do Boston Celtics

Foto: Getty Images

Conferência Leste (reserva): Jrue Holiday,  armador do Philadelphia 76ers

Conferência Leste (reserva): Jrue Holiday, armador do Philadelphia 76ers

Foto: Getty Images

Conferência Leste (reserva): Kyrie Irving,  armador do Cleveland Cavaliers

Conferência Leste (reserva): Kyrie Irving, armador do Cleveland Cavaliers

Foto: Getty Images

Conferência Leste (reserva): Paul George, ala  do Indiana Pacers

Conferência Leste (reserva): Paul George, ala do Indiana Pacers

Foto: Getty Images

Conferência Leste (reserva): Luol Deng, ala  do Chicago Bulls

Conferência Leste (reserva): Luol Deng, ala do Chicago Bulls

Foto: AFP

Conferência Leste (reserva): Chris Bosh,  ala-pivô do Miami Heat

Conferência Leste (reserva): Chris Bosh, ala-pivô do Miami Heat

Foto: Getty Images

Conferência Leste (reserva): Joakim Noah,  pivô do Chicago Bulls

Conferência Leste (reserva): Joakim Noah, pivô do Chicago Bulls

Foto: Getty Images

Conferência Leste (reserva): Tyson Chandler,  pivô do New York Knicks

Conferência Leste (reserva): Tyson Chandler, pivô do New York Knicks

Foto: Getty Images

Conferência Leste (reserva): Brook Lopez,  pivô do Brooklyn Nets - chamado para o evento para  substituir o lesionado Rajon Rondo

Conferência Leste (reserva): Brook Lopez, pivô do Brooklyn Nets - chamado para o evento para substituir o lesionado Rajon Rondo

Foto: Getty Images


Se for eleito o MVP, Kobe receberá o troféu pela quinta vez, deixando Bob Pettit para trás e se isolando como o maior vencedor da história do evento. Esta não é única motivação. Estrelas da decisão da NBA em 2012, LeBron e Durant continuam liderando suas respectivas equipes em boas campanhas na temporada e podem aparecer na final mais uma vez.

Para Kobe, a situação é mais complicada. Apesar das contratações de peso, o Lakers não vem conseguindo fazer justiça ao status de favorito que tinha antes do início do campeonato e corre o risco de nem sequer se classificar aos playoffs. Afinal de contas, o time aparece hoje apenas em décimo lugar na Conferência Oeste, com mais derrotas (29) do que vitórias (25).

Por isso, o ?All-Star Game? pode representar para Kobe a única oportunidade de superar as demais estrelas e conquistar um troféu nesta temporada. Questionado sobre como encara o jogo das estrelas, ele respondeu: ?Não sei se é um retiro. É mais uma oportunidade para descansar, reagrupar, deixar a primeira metade do campeonato para trás e seguir em frente". O discurso pode não mostrar com exatidão, mas os números não deixam dúvida sobre seu grau de comprometimento. Além dos quatro prêmios de MVP, ele é o maior cestinha da história do evento, com 271 pontos.


Na votação popular para definir os titulares das duas equipes, Kobe liderou. O ala-armador do Lakers recebeu 1.591.437 votos ? pouco menos de oito mil a mais do que LeBron. Neste domingo, ele vai tentar mais uma vez brilhar mais do que as outras estrelas para registrar um novo recorde e salvar uma temporada que parece perdida.

Veja abaixo mais algumas curiosidades e números da história do "All-Star Game":

- Esta é a terceira vez que o ?All-Star Game? acontece em Houston. A primeira foi em 1989, na edição que foi realizada no Astrodome e teve o ala-pivô Karl Malone, do Utah Jazz, como MVP. A segunda aconteceu já no Toyota Center no ano de 2006. LeBron James, na época ainda no Cleveland Cavaliers, foi eleito o MVP.

- Seis dos 24 jogadores chamados inicialmente para a edição deste ano são estreantes no evento. São eles: James Harden (ala-armador do Houston Rockets), Joakim Noah (pivô do Chicago Bulls), Jrue Holiday (armador do Philadelphia 76ers), Kyrie Irving (armador do Cleveland Cavaliers), Paul George (ala do Indiana Pacers) e Tyson Chandler (pivô do New York Knicks).

- Com a contusão de Rajon Rondo, armador do Boston Celtics votado pelo público para ser titular na Conferência Leste, a lista de estreantes no ?All-Star Game? ganhou um nome a mais: Brook Lopez (pivô do Brooklyn Nets), escolhido para substituir Rondo.

- A presença de David Lee neste ano quebra uma longa série de ausência de representantes do Golden State Warriors no ?All-Star Game?. Antes do ala-pivô, a última vez que um atleta da equipe californiana tinha sido convocado foi em 1997, quando o ala Latrell Sprewell fez parte do selecionado da Conferência Oeste.

- O jogador que mais vezes foi selecionado para o "All-Star Game" em todos os tempos é Kareem Abdul-Jabbar. O ex-pivô de Milwaukee Bucks e Los Angeles Lakers foi chamado 19 vezes e atuou em 18 oportunidades.

- Dos jogadores que ainda estão em atividade, Kobe Bryant e Kevin Garnett são os que mais vezes participaram do ?All-Star Game?. Eles foram convocados 15 vezes cada um. O ala-armador do Lakers ganhou o prêmio de MVP em quatro oportunidades: 2002, 2007, 2009 e 2011. Já o ala-pivô do Celtics foi eleito o melhor apenas uma vez: em 2003, quando ainda defendia o Minnesota Timberwolves.

- LeBron James é o jogador mais jovem a conquistar o prêmio de MVP do evento. Ele tinha apenas 21 anos e 51 dias quando conduziu o Leste à vitória por 122 a 120 em 2006 - curiosamente, também em Houston. Ele teve 29 pontos e seis rebotes no confronto.

- LeBron é um dos dois únicos jogadores que anotaram ?triple-double? na história. Em 2011, ele somou 29 pontos, 12 rebotes e 11 assistências, mas não impediu que Kobe Bryant fosse eleito o melhor jogador da partida. O outro atleta que registrou tal façanha foi Michael Jordan, que anotou 14 pontos, pegou 11 rebotes e deu 11 assistências em 1997. A exemplo de LeBron, o ídolo do Chicago Bulls não faturou o troféu de MVP daquele ano, que acabou ficando com o ala Glen Rice.

- Kobe superou Jordan em 2012 e se tornou o maior cestinha da história do evento, com 271 pontos ao longo de 13 partidas disputadas (vale lembrar que ele foi chamado, mas não entrou em quadra na edição de 2010). O dono da melhor média de pontos por jogo, no entanto, é Kevin Durant: 28,3.

- Wilt Chamberlain é o recordista de pontos em uma única partida do ?All-Star Game?. Ele marcou 42 na edição de 1962, mas não conseguiu evitar o revés do Leste por 150 a 130. Por este motivo, o prêmio de MVP ficou com Bob Pettit ? destaque do Oeste.

- Pettit registrou um outro recorde no ?All-Star Game? de 1962. Ele estabeleceu a maior marca de rebotes apanhados em uma única partida com os 27 que pegou naquela oportunidade.

- O recorde de assistências em um único jogo pertence a Magic Johnson, que distribuiu 22 no embate de 1984. Contudo, seu desempenho não foi suficiente para impedir a derrota do Oeste na prorrogação por 154 a 145.


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Carreira de Jordan foi marcada por frases motivacionais. Relembre as principais
Fonte: IG Esporte
Horário da matéria: 17/02/2013 às 04:00:12

iG São Paulo

Notável por crescer nos momentos decisivos das partidas, ex-jogador relacionava o sucesso que alcançou no basquete ao trabalho duro e à força de vontade

Michael Jordan construiu umas das carreiras mais vitoriosas da história do esporte. Durante sua trajetória no basquete, notabilizou-se por superar adversidades e crescer em momentos decisivos. Fora das quadras, não era raro vê-lo relacionando o sucesso que tinha ao trabalho duro e à força de vontade. O iG selecionou algumas das frases mais marcantes do ex-jogador, que completa 50 anos neste domingo.

Qual a melhor frase de Michael Jordan? Deixe seu palpite 

Relembre abaixo:

"Eu errei mais de 9.000 arremessos na minha carreira. Perdi quase 300 jogos. Em 26 oportunidades, confiaram em mim para fazer o arremesso da vitória e eu errei. Eu falhei muitas e muitas vezes na minha vida. E é por isso que tenho sucesso.?

?Eu posso aceitar o fracasso. Todo mundo falha em alguma coisa. Mas eu não posso aceitar não tentar.?

?Se você está tentando alcançar algo, haverá bloqueios. Eu os encontrei, todo mundo os encontrou. Mas obstáculos não podem te parar. Se você topar com uma parede, não vire e desista. Descubra como escalá-la, passe por ela, trabalhe nisso.?

?Algumas pessoas gostariam que algo acontecesse. Algumas desejam que aconteça. E outras fazem acontecer.?

?Eu jogo para vencer, seja durante o treino ou em uma partida de verdade. E não vou deixar nada entrar no meu caminho e do meu entusiasmo competitivo para ganhar.?

?Nunca diga nunca, pois os limites são como os medos: sempre são apenas ilusão.?

?Eu sei que o medo é um obstáculo para algumas pessoas, mas para mim é uma ilusão. O fracasso sempre me faz tentar ainda mais da próxima vez.?

?Minha atitude é que se você me jogar na direção de algo que você acha que seja uma fraqueza, então eu vou tratar de transformá-la em uma força.?

?A parte boa de ser famoso é poder ajudar as pessoas. A parte difícil é que todo dia você precisa estar de bom humor, porque é isso que todo mundo espera. Você aprende a ficar bom nisso.?

?Para aprender a ter sucesso, é preciso primeiro aprender a fracassar.?

?Todo mundo tem talento, mas habilidade vem com o trabalho duro.?

?Meus heróis são os meus pais. Não consigo me enxergar tendo outras pessoas como heróis.?

?Quando eu piso na quadra, não tenho que pensar em mais nada. Se tiver um problema fora dela, minha mente fica mais clara depois para encontrar a melhor solução. É como uma terapia. Entrar em quadra me relaxa e me permite resolver problemas.?

?Há muitos times em todos os esportes que contam com ótimos jogadores e que não conquistam títulos. Na maioria das vezes, esses jogadores não estão dispostos a se sacrificarem pelo bem do time. O engraçado disso é que, no fim das contas, essa indisposição de se sacrificar faz apenas com que eles tenham mais dificuldade em atingir marcar individuais. Uma coisa que acredito ao máximo é que se você pensar e alcançar metas como um time, as individuais serão atingidas naturalmente. Talento vence jogos, mas trabalho em equipe e inteligência ganham campeonatos.?

?Nunca pensei nas consequências de errar um arremesso importante. Quando você pensa nisso, você sempre imagina o resultado negativo.?

?Para ter sucesso, é necessário ser egoísta. Se não for, você nunca vai atingir isso. Depois de atingir o nível máximo, você se torna altruísta. Fique acessível, fique em contato. Não se isole.?

?O jogo é minha mulher. Demanda lealdade e responsabilidade e me dá realização e paz.?

?Sei que sou negro, mas gosto de ser visto como uma pessoa, e é esse o desejo de todo mundo.?

?Sempre acreditei que os resultados vêm com o trabalho. Não faço as coisas pela metade, pois daí só poderei esperar resultados pela metade.?

?Eu atingi o auge da minha carreira. Sinto que não tenho mais nada para provar.? (no dia 6 de outubro de 1993, quando anunciou a primeira aposentadoria)

?Estou 99% aposentado. Mas claro que há sempre o 1%.? (no dia 18 de fevereiro de 1999, depois de anunciar a segunda aposentadoria)

?Não foi nem um dos meus lances mais criativos.? (sobre a bandeja que fez trocando a bola de mãos durante o segundo jogo das finais de 1991 contra o Los Angeles Lakers)



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Relembre momentos marcantes da carreira de Michael Jordan
Fonte: IG Esporte
Horário da matéria: 17/02/2013 às 04:00:12

Luís Araújo

Capacidade de superar adversidades e de crescer em momentos decisivos fizeram com que o ex-jogador se tornasse o melhor da história do basquete

Na comemoração dos 50 anos de Michael Jordan, o iG preparou uma lista com alguns dos principais momentos da carreira do ex-jogador. Da cesta do título universitário em 1982 à despedida das quadras em 2003, a relação ajuda a mostrar por que ele é considerado o maior atleta da história do basquete.

Veja abaixo os principais momentos da carreira de Jordan e escolha o melhor

Michael Jordan registrou média de 30,1 pontos  por jogo na carreira

Michael Jordan registrou média de 30,1 pontos por jogo na carreira

Foto: Getty Images

Antes de entrar na NBA, Jordan conduziu a  Universidade de North Carolina ao título da NCAA  em 1982

Antes de entrar na NBA, Jordan conduziu a Universidade de North Carolina ao título da NCAA em 1982

Foto: Getty Images

No time de North Carolina, Jordan foi  treinado por Dean Smith, um dos técnicos mais bem  sucedidos no basquete universitário

No time de North Carolina, Jordan foi treinado por Dean Smith, um dos técnicos mais bem sucedidos no basquete universitário

Foto: Getty Images

A carreira na NBA começou em 1984. Jordan foi  escolhido pelo Chicago Bulls na terceira posição  do Draft daquele ano

A carreira na NBA começou em 1984. Jordan foi escolhido pelo Chicago Bulls na terceira posição do Draft daquele ano

Foto: Getty Images

No Bulls, formou com Scottie Pippen uma das  duplas mais vitoriosas da NBA em todos os tempos

No Bulls, formou com Scottie Pippen uma das duplas mais vitoriosas da NBA em todos os tempos

Foto: Getty Images

Durante a maior parte da carreira, Jordan foi  comandado por Phil Jackson, treinador 11 vezes  campeão da NBA

Durante a maior parte da carreira, Jordan foi comandado por Phil Jackson, treinador 11 vezes campeão da NBA

Foto: Getty Images

Jordan foi eleito o MVP (melhor jogador) da  NBA cinco vezes: 1988, 1991, 1992, 1996 e 1998

Jordan foi eleito o MVP (melhor jogador) da NBA cinco vezes: 1988, 1991, 1992, 1996 e 1998

Foto: Getty Images

Jordan foi escolhido 14 vezes para o All-Star  Game e foi o cestinha da NBA em dez temporadas

Jordan foi escolhido 14 vezes para o All-Star Game e foi o cestinha da NBA em dez temporadas

Foto: Getty Images

'Jordan Rules': esse era o método adotado  pelo Detroit Pistons quando enfrentava o astro do  Bulls, colocando até três jogadores na marcação

'Jordan Rules': esse era o método adotado pelo Detroit Pistons quando enfrentava o astro do Bulls, colocando até três jogadores na marcação

Foto: Reprodução

O New York Knicks era freguês de Jordan. Com  ele em quadra, o Bulls nunca perdeu uma série de  playoff para o time nova-iorquino

O New York Knicks era freguês de Jordan. Com ele em quadra, o Bulls nunca perdeu uma série de playoff para o time nova-iorquino

Foto: Getty Images

Em 1991, Jordan superou Magic Johnson na  final contra o Los Angeles Lakers e conduziu o  Bulls ao primeiro título

Em 1991, Jordan superou Magic Johnson na final contra o Los Angeles Lakers e conduziu o Bulls ao primeiro título

Foto: Getty Images

Após o primeiro título, Jordan abraçou o  troféu de campeão e não segurou as lágrimas

Após o primeiro título, Jordan abraçou o troféu de campeão e não segurou as lágrimas

Foto: Getty Images

No ano seguinte, Jordan levou o Bulls ao  segundo título seguido, conquistado sobre o  Portland Trail Blazers

No ano seguinte, Jordan levou o Bulls ao segundo título seguido, conquistado sobre o Portland Trail Blazers

Foto: Getty Images

Em 1992, fez parte do Dream Team, seleção dos  EUA que conquistou o ouro nas Olimpíadas de  Barcelona e encantou o mundo

Em 1992, fez parte do Dream Team, seleção dos EUA que conquistou o ouro nas Olimpíadas de Barcelona e encantou o mundo

Foto: Getty Images

Terceiro título do Bulls foi conquistado em  1993, sobre o Phoenix Suns de Charles Barkley

Terceiro título do Bulls foi conquistado em 1993, sobre o Phoenix Suns de Charles Barkley

Foto: Getty Images

No dia 6 de outubro de 1993, Jordan anunciou  a aposentadoria dizendo ter 'perdido o desejo de  jogar basquete'

No dia 6 de outubro de 1993, Jordan anunciou a aposentadoria dizendo ter 'perdido o desejo de jogar basquete'

Foto: Getty Images

Após deixar o basquete, tentou a sorte no  beisebol

Após deixar o basquete, tentou a sorte no beisebol

Foto: Getty Images

A experiência no beisebol foi um fiasco. Em  março de 1995, ele anunciou seu retorno ao Bulls

A experiência no beisebol foi um fiasco. Em março de 1995, ele anunciou seu retorno ao Bulls

Foto: Getty Images

Ao voltar ao basquete, Jordan passou a  utilizar a camisa 45, mesmo número que usava no  beisebol

Ao voltar ao basquete, Jordan passou a utilizar a camisa 45, mesmo número que usava no beisebol

Foto: Getty Images

Não demorou muito, porém, para ele voltar a  utilizar o número 23

Não demorou muito, porém, para ele voltar a utilizar o número 23

Foto: Getty Images

Na temporada em que Jordan voltou, o Bulls  foi eliminado pelo Orlando Magic nos playoffs. Mas  o time retomou o caminho dos títulos nos anos  seguintes

Na temporada em que Jordan voltou, o Bulls foi eliminado pelo Orlando Magic nos playoffs. Mas o time retomou o caminho dos títulos nos anos seguintes

Foto: Getty Images

Rival de Jordan nos tempos em que atuava no  Detroit Pistons, Dennis Rodman se juntou ao Bulls  para a temporada 1995/96

Rival de Jordan nos tempos em que atuava no Detroit Pistons, Dennis Rodman se juntou ao Bulls para a temporada 1995/96

Foto: Getty Images

Com 72 vitórias e apenas dez derrotas na  temporada 1995/96, o Bulls registrou a melhor  campanha da história da NBA

Com 72 vitórias e apenas dez derrotas na temporada 1995/96, o Bulls registrou a melhor campanha da história da NBA

Foto: Getty Images

O bom desempenho foi coroado com o título  sobre o Seattle Supersonics, o quarto de Jordan e  do Bulls

O bom desempenho foi coroado com o título sobre o Seattle Supersonics, o quarto de Jordan e do Bulls

Foto: Getty Images

Em 1996, Jordan estrelou o filme Space Jam,  ao lado dos personagens do Looney Tunes

Em 1996, Jordan estrelou o filme Space Jam, ao lado dos personagens do Looney Tunes

Foto: Getty Images

'Flu Game': mesmo com febre, Jordan entrou em  quadra no quinto jogo da final de 1997. Teve 38  pontos, sete rebotes e cinco assistências

'Flu Game': mesmo com febre, Jordan entrou em quadra no quinto jogo da final de 1997. Teve 38 pontos, sete rebotes e cinco assistências

Foto: Getty Images

Ao vencer a final contra o Utah Jazz em 1997,  Jordan e o Bulls faturaram o quinto título em sete  anos

Ao vencer a final contra o Utah Jazz em 1997, Jordan e o Bulls faturaram o quinto título em sete anos

Foto: Getty Images

Jordan encara Kobe Bryant no All-Star Game de  1998. Astro do Bulls foi o MVP do evento pela  terceira vez

Jordan encara Kobe Bryant no All-Star Game de 1998. Astro do Bulls foi o MVP do evento pela terceira vez

Foto: Getty Images

Na final de 1998, o adversário foi mais uma  vez o Utah Jazz

Na final de 1998, o adversário foi mais uma vez o Utah Jazz

Foto: Getty Images

Arremesso certeiro nos segundos finais do  jogo 6 da decisão de 1998 deu ao Bulls o sexto  título. Foi a última cesta de Jordan pelo time de  Chicago

Arremesso certeiro nos segundos finais do jogo 6 da decisão de 1998 deu ao Bulls o sexto título. Foi a última cesta de Jordan pelo time de Chicago

Foto: Reprodução

No dia 13 de janeiro de 1999, após o sexto  título do Bulls, Jordan anunciou aposentadoria  pela segunda vez

No dia 13 de janeiro de 1999, após o sexto título do Bulls, Jordan anunciou aposentadoria pela segunda vez

Foto: Getty Images

O segundo retorno de aposentadoria de Jordan  aconteceu em 2001, quando se juntou ao Washington  Wizards. Jogou dois anos antes de parar de vez

O segundo retorno de aposentadoria de Jordan aconteceu em 2001, quando se juntou ao Washington Wizards. Jogou dois anos antes de parar de vez

Foto: Getty Images

Pelo Wizards, Jordan acabou enfrentando o  Chicago Bulls

Pelo Wizards, Jordan acabou enfrentando o Chicago Bulls

Foto: Getty Images

No reencontro, a torcida demonstrou o mesmo  carinho pelo ídolo dos anos anteriores

No reencontro, a torcida demonstrou o mesmo carinho pelo ídolo dos anos anteriores

Foto: Getty Images

O jogo do Wizards contra o Philadelphia 76ers  no dia 16 de abril de 2003 foi o último da  carreira de Jordan

O jogo do Wizards contra o Philadelphia 76ers no dia 16 de abril de 2003 foi o último da carreira de Jordan

Foto: Getty Images

Último ponto da carreira foi marcado em um  lance livre. Após o acerto, Jordan saiu de quadra  aplaudido por torcida, companheiros e adversários

Último ponto da carreira foi marcado em um lance livre. Após o acerto, Jordan saiu de quadra aplaudido por torcida, companheiros e adversários

Foto: Getty Images

Michael Jordan e Kobe Bryant frente a frente  no

Michael Jordan e Kobe Bryant frente a frente no "All-Star Game" de 2003

Foto: Getty Images

Em 2009, foi indicado ao Hall da Fama do  basquete e se emocionou na cerimônia

Em 2009, foi indicado ao Hall da Fama do basquete e se emocionou na cerimônia

Foto: Getty Images

Jordan encontrou Michael Phelps durante  evento em 2012, após nadador quebrar recorde de  medalhas olímpicas em Londres

Jordan encontrou Michael Phelps durante evento em 2012, após nadador quebrar recorde de medalhas olímpicas em Londres

Foto: AP

Estátua de Michael Jordan na entrada do  United Center, ginásio do Chicago Bulls

Estátua de Michael Jordan na entrada do United Center, ginásio do Chicago Bulls

Foto: Reprodução


Cesta do título universitário

Antes mesmo de entrar na NBA, Jordan já mostrou ao mundo seu poder de decisão dentro de uma quadra de basquete. Foi dele a cesta que deu à Universidade de North Carolina o título da NCAA em 1982 contra Georgetown - que contava com Patrick Ewing, pivô que acabaria se tornando um dos principais ídolos da história do New York Knicks.


"Era Deus disfarçado de Jordan"

A frase foi dita por Larry Bird, astro do Boston Celtics, em 20 de abril de 1986. Neste dia, seu time venceu o Chicago Bulls dentro de casa por 135 a 131 após duas prorrogações, em partida válida pela primeira fase dos playoffs, e deu mais um passo na caminhada que culminaria no título daquele campeonato. Mas quem chamou a atenção no duelo foi Jordan, que anotou 63 pontos - registrando o recorde de pontuação em uma única partida nos playoffs da NBA que dura até hoje.


Nem com marcação

Apesar da forte marcação de Craig Ehlo, Jordan conseguiu fazer a cesta que definiu a vitória do Chicago Bulls por 101 a 100 no quinto e decisivo jogo da série contra o Cleveland Cavaliers. O duelo era válido pela primeira fase dos playoffs de 1989.


Maior pontuação da carreira

No dia 28 de março de 1990, o Chicago Bulls venceu o Cleveland Cavaliers fora de casa por 117 a 113 na prorrogação graças a uma das atuações mais inspiradas de Jordan. Com 23 arremessos certos em 37 tentados, marcou 69 pontos, registrando sua maior pontuação da carreira. Além disso, pegou 18 rebotes, deu seis assistências e teve quatro roubos de bola.


A mudança de mãos

Jordan partiu para a enterrada. Mas, ao perceber a movimentação da defesa do Los Angeles Lakers, resolveu finalizar o lance de uma outra maneira. O lance aconteceu no segundo jogo da decisão de 1991 e é considerado um dos mais criativos do ex-atleta. O Chicago Bulls conquistou naquele dia a primeira das quatro vitórias consecutivas que resultaram no seu título.


Lance livre de olhos fechados

O Chicago Bulls visitou o Denver Nuggets no dia 23 de novembro de 1991 e venceu por 107 a 100. Restando quatro segundos, Jordan sofreu falta quando partia para a enterrada. Depois de acertar o primeiro lance livre, ele ouviu provocação de Dikembe Mutombo, então pivô novato do Nuggets. Ele respondeu: "Ei, Mutombo. Esse aqui é pra você?, e cobrou o segundo lance livre com os olhos fechados. A bola entrou.


Surpreso

No jogo 1 da decisão de 1992, contra o Portland Trail Blazers, Jordan acertou seis bolas de três e somou 35 pontos antes do intervalo - ambas as marcas representam recordes em uma metade na história dos playoffs da NBA. Após o sexto chute de três convertido, Jordan encolheu os ombros, indicando surpresa com o ocorrido. O Chicago Bulls venceu a partida por 122 a 89 e acabou se sagrando bicampeão naquele ano.


O "jogo da febre"

Um vírus estomacal colocou em dúvida a presença de Jordan na quinta partida da decisão de 1997. A série do Chicago Bulls contra o Utah Jazz estava empatada em 2 a 2, e o time de Salt Lake City atuaria dentro de casa. Mesmo com febre, ele entrou em quadra naquele dia 11 de junho.

Durante o segundo quarto do jogo, o Jazz chegou a abrir 16 pontos de vantagem. Mas Jordan comandou a reação e a virada da equipe visitante no decorrer do duelo. Apesar de estar debilitado, ficou em quadra por 44 minutos. Somou 38 pontos, sete rebotes, cinco assistências e três roubos de bola.


Na última bola

Em 1998, o Chicago Bulls também decidiu o título da NBA com o Utah Jazz. Liderando a série por 3 a 2, o time tinha a chance de se sagrar campeão pela sexta vez no mesmo palco do "Flu Game" do ano anterior. O Jazz, no entanto, entrou no último minuto de jogo naquele dia 14 de junho ganhando por 86 a 83. Foi quando Jordan mostrou ao mundo por que está acima dos demais jogadores da história do basquete.

Primeiro, ele fez uma bandeja rápida para diminuir a diferença para apenas um ponto. Depois, na defesa, desarmou Karl Malone, principal estrela da equipe adversária, e partiu para buscar a virada. Depois de gastar o tempo, encarou a marcação de Bryon Russell, deixou o rival no chão, subiu para o arremesso e fez a cesta. O lance, que definiu a virada e o título, foi o último de Jordan com a camisa do Bulls.


43 pontos com 40 anos

No dia 21 de fevereiro de 2003, Jordan mostrou que ainda era capaz de jogar em alto nível aos 40 anos. Atuando pelo Washington Wizards, marcou 43 pontos na vitória sobre o New Jersey Nets por 89 a 86. Foi a primeira vez que um jogador com pelo menos 40 anos de idade atingiu esta pontuação em uma partida da NBA. Além disso, saiu de quadra com um "double-double" ao pegar dez rebotes.


Despedida do basquete

Jordan se despediu do basquete de maneira definitiva no dia 16 de abril de 2003, defendendo o Wizards. A partida do adeus aconteceu contra o Philadelphia 76ers, fora de casa, e terminou com vitória tranquila dos mandantes. Mas a torcida local resolveu fazer festa para o craque, levando cartazes para homenageá-lo.

Nos minutos finais, Jordan estava no banco, e os torcedores no ginásio começaram a gritar pedindo sua entrada em quadra. Doug Collins, treinador do Wizards, atendeu o pedido. Restando pouco menos de dois minutos no relógio, ele sofreu falta e foi cobrar dois lances livres. Após o segundo arremesso, foi novamente tirado de quadra para ser ovacionado por todos que ali estavam: torcedores, companheiros e jogadores do time adversário. Era o ponto final da carreira do principal atleta da história do basquete.




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